terça-feira, 26 de abril de 2011

Àquele que se foi.....






Embora muito breve o teu caminhar, marcas profundas ficaram nestes trinta e poucos passos.... sempre em frente, direção certa e andar confiante.


Acho que intimamente você sabia que não pertencia a este mundo, alma díspare e de um fulgor sem igual, que iluminava tudo por onde passava.


Com certeza você foi escolhido para servir em outras fileiras, mais à altura de tão grandioso soldado.


Guardo na lembrança a doçura do seu olhar,pessoa amáve l e de fino trato, sempre prestativo, amigo e pronto a ajudar, nem que fosse com um simples sorriso de bom dia.


Ontem foi a partida e eu já sinto tanto a sua falta.....nem tivemos tempo de nos despedir.....também, quem imaginaria tão abrupta mudança de rota, não é mesmo!


Que a viagem lhe seja muitíssimo aprazível, quem sabe não nos encontraremos numa próxima estação....por certo nos reconheceremos, cada qual com seu destino, na exata dimensão das obrigações assumidas.



See you latter!!!!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Na contramão



Depois de um domingo de intensa chuva, a semana inaugura um sol de luz e vigor.

O fato é que não há força no mundo capaz de impedir o raiar de um novo dia.

Uma sensação gostosa de dever cumprido vem brindar o início da tarde.

A exata noção da tarefa plenamente realizada mesmo diante dos entraves

propositadamente colocados no meio caminho.

Muito compreensível.

O romper da aurora é o anúncio do fim das trevas.

A qualidade em detrimento da quantidade, eis a minha meta.

Não me alimento de estatísticas e sim, da energia que emana da resolução

de um conflito, um início de paz.

Valorizar aquilo que realmente tem importância: pessoas e não números.

Nesta quadra da existência humana onde tudo é "super" (superficial, supérfulo,

superável, etc etc), caminho na direção oposta à da "massa" tangida.

Confesso a minha transgressão......aliás, a rebeldia é uma característica inata

dos inconformados e irresignados.

Ser o contraponto das contraditórias e controversas convenções é sempre

mais interessante do que manter a fleuma de "Barbie" na caixa.

Questão de opção, e a minha foi feita há muito.

E, contrariando todas expectativas à respeito, ainda não fui "esmagada"

pelo sistema, nem "atropelada" pela manada.


"....No meio do caminho tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho....."












quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pausas necessárias

A falta de sentido e a ausência de sentimentos podem ser consideradas como um bálsamo, quando apreendidas na plenitude.
Há um tempo pra tudo no incessante correr do relógio, inclusive para não se fazer absolutamente nada.

Um vazio de propósitos e de significados.

Folha em branco a esperar pela vida em todas as suas letras, alegres ou tristes.

A nudez das árvores, que se despem todas nos outonos do pensamento.

Assim, um a um, vou libertando-me dos incontáveis cansaços e dos sinuosos labirintos que consomem a energia de toda uma existência.

A percepção de ser livre, ao menos por um breve instante.....este em que escrevo, já convalida o devaneio.

Nada mais do que intuição e escuta interna.

Um passeio demorado pelas paisagens do meu ser, explorando cada espaço até então desconhecido, muitas cavernas e desfiladeiros, e até alguns precipícios pelo caminho. Muito natural e esperado.

Uma viagem silenciosa em busca do melhor de mim: eu mesma.

sábado, 26 de março de 2011

Vivemos esperando


Vivemos esperando
Dias melhores
Dias de paz, dias a mais
Dias que não deixaremos
Para trás
Vivemos esperando
O dia em que
Seremos melhores
Melhores no amor
Melhores na dor
Melhores em tudo
Vivemos esperando
O dia em que seremos
Para sempre
Vivemos esperando
O dia em que seremos
Para sempre
Jota Quest

sexta-feira, 25 de março de 2011

O fogo amigo.


Hoje, eu e um colega presenciamos uma cena deprimente, digna da Divina Comédia:

Um indivíduo debatendo-se no labirinto da inveja, a dissimular um sentimento tão grande de exclusão, tal qual um morto-vivo, condenado, em vida, aos carcéres do inferno emocional.

Lembrei-me, num atmo, de Olavo de Carvalho que, na Dialética da Inveja, já asseverava que o homem torna-se invejoso quando desiste intimamente dos bens que cobiçava, por acreditar, em segredo, que não os merece. O que lhe dói não é a falta dos bens, mas do mérito. Daí sua compulsão de depreciar esses bens, de destruí-los ou de substituí-los por simulacros miseráveis, fingindo julgá-los mais valiosos que os originais.

A criatura debatia-se incontrolavelmente, num misto de inveja vulgar (ter e ser como o outro), com uma pitada de inveja espiritual , um certo ressentimento, pois sabe, bem no íntimo, que jamais provará do jubilo daqueles que venceram o "bom combate". Pressente, em seu âmago, o quão miserável é a sua sina. Um infortúnio talhado pelas suas próprias atitudes e sentimentos. Um abismo tão grande que não há, no mundo, nada que possa preenchê-lo. Vida estéril. Existência inútil.

Durante alguns minutos permanecemos ali, paralisados diante daquele espetáculo dantesco, para qual sequer compramos ingresso, sem poder reagir, racionalmente, aos delírios daquele ser frenético, de semblante convulcionado pelas próprias frustações.

Não havia nada a ser feito, nem dito. Só nos restou "bater em retirada", melhor estratégia quando se está diante de mentes insanas.

Aprendi, lendo as fábulas de La Fontaine que não há dialética possível diante de um insensato.

O cordeiro que o diga, não é mesmo!

sábado, 19 de março de 2011

Perfeccionismo


Eu sou imperfeita.

Como disse Osho, a vida é maravilhosa em todas as suas imperfeições, sendo óbvio que nada nela é perfeito.

A perfeição é a morte, pois siginifica que não mais existe possibilidade de crescimento/aprendizado adicional. Tudo está pronto e acabado é tão perfeito, que não nescessita de retoques.

Por outro lado, imperfeição significa a possibilidade de crescer, adicionar, tentar de novo. É estar vivo e aberto a novas aventuras e poder escolher qual estrada percorrer.

Desta forma, ser imperfeito é normal e não há nada de errado nisto, inclusive, a aceitação desta condição nada tem a ver com derrotismo ou negativismo, pelo contrário, demanda coragem e ação, pois não se perde tempo com o " eu deveria ser assim" ou o "eu precisaria ser assado", vive-se o hoje, do jeito que é, se amanhã for diferente, que ótimo!

Aceitar a si e aos outros como são torna a vida mais leve e o ser mais flexível.

Há ideais e metas que foram e são incultidos em nós que são absolutamente impossíveis de atingir e por isso, acabamos por achar que não estamos à altura daquilo que almejamos, não somos capazes e por tal razão, não merecemos tal realização/felicidade.

Precisamos deixar estes "modelos apertados" de lado e viver a vida, o dia de hoje, em toda sua beleza e plenitude, dor e agonia, luz e escuridão. É o que temos de concreto.

Os seres perfeitos estão todos nos divãs dos psiquiatras, vivendo e revivendo suas neuroses e transtornos obsessivos em monólogos intermináveis.

Esta perfeição eu não quero pra mim.

terça-feira, 15 de março de 2011

Você sabia que eu sou uma Alien?

Ok, desisto de negar minha real identidade!
Não há mais como disfarçar: Eu sou uma alienígena.
Isso mesmo, uma bizarra representação da tipologia extraterrestre,
transmutada no corpo de uma humanóide metida a besta.
A raça a qual pertenço está em plena extinção, razão pela qual a opção pela "vida em outro corpo" é uma tentativa de não me deixar "morrer" .
A adaptação não é das mais fáceis, pois estamos anos-luz de diferença uma da outra: a humana e a reptiliana.
Mente em plena fragmentação e desconexão com a realidade.
Há vida inteligente fora do umbigo humano.
Estruturas diferenciadas de vida e pensamento podem ser encontradas em todas as dimensões e galaxias.
A compreensão depende do grau de evolução e involução de cada civilização.
Quando a mente silencia, instala-se uma complexa e harmoniosa relação entre os universos paralelos da hospedeira e da visitante.
Numa espécie de resgate mútuo, abrem-se as portas da consciencia, expandindo-se as percepções e elevando-se os níveis da comunicação interplanetária.
Talvez sejamos, eu e ela, as jardineiras do espaço, na eterna tarefa de escavação do "ser" com vistas a preparar a "terra" para o que há de vir, expondo suas entranhas, revirando sua essência e extirpando os resíduos tôxicos acumulados ao longo de sucessivas existências.
Em razão desta duplicidade, acabo sendo muito mais do que você pode ver ou imaginar.
Alienada não, eu sou uma alienígena, totalmente e propositadamente inadaptável aos padrões deste mundo que você habita.
Nice to met you!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Epifanias ao entardecer



Tempos modernos, em gênero, sexo e mundo animal.
Achei muita graça quando uma bactéria falou que eu sou autoritária.....bem eu, tão meiguinha e doce!!!!
Nossa, não sabia que protozoários pensavam......isso é que podemos chamar de modernidade.....progresso/ evolução (ou seria involução???) natural da éspecie humanóide.
Só rindo mesmo, amebas e ácaros agora "tiram" onda de intelectuais e prometem uma revolução silenciosa e fatal.
Eu já disse uma vez que, ao final, apenas as baratas e os ratos sobreviverão ao Armageddon....agora sou obrigada a admitir mais alguns seres à bordo dessa Nau.....unicelulares, invisíveis e mortíferos.....não importa, eles estão ai, reunidos em colônias cuja organização é de dar inveja ao PCC e ao Comando Vermelho.
E assim vou vivendo, entre uma experiência epifânica e outra, a essência das coisas e das pessoas vão se revelando, pura inspiração para os meus devaneios, alento para a minha ignorância e total desconfiança na raça humana.
Sou excessivamente controladora e, quase sempre, autoritária, inclusive, comigo mesma.
Isso não é nenhuma novidade, a não ser para o Doutor Oxiurus, que acha que descobriu a América, quando na verdade, ele ainda não saiu do cú do Judas (ironias a parte, este lugar existe mesmo e fica em Portugal, perto da Ilha de Açores, nordeste de São Miguel, numa zona rural).
Tudo é muito simples, uma questão de foco: sei o que quero e como obter o que almejo, assim, não perco tempo com blá blá blá inútil e nem fico andando em círculos diante dos labirintos da vida.
Não tenho paciência com pessoas prolixas, que sempre encontram intermináveis explicações pra tudo, abusando dos detalhes inúteis.
Também abomino as "coitadinhas", que sempre arrumam problemas só para não ter que encarar o mundo em volta e, óbvio, agir. Fogem das responsabilidades escondendo-se no confortável papel de frágeis, doentes, vítimas do mundo. Covardes que acostumaram-se à omissão.
Resumindo, eu estou no comando da minha vida e nela não há espaço para hóspedes indesejáveis, do tipo carrapato, parasita, vírus e outros seres microscópicos do gênero.
Então, vê se desaparece bicho-de-pé, chato da pré-história!
Come back to the cave!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Grito de Carnaval


A que ponto chegamos!

Em nome da boa convivência com o outro, transformamos hipocrisia em cordialidade.

Como vai o senhor......bom dia.....bom carnaval....entre outras doses diárias de falsidade.

A necessidade de pertencer a um determinado grupo e de ser aceito pelos seus mais ilustres integrantes faz estragos incomensuráveis na nossa auto-estima, pois acabamos sufocando o que há de mais genuíno em nós: nossas impressões e emoções.

Por conta desta simbiótica e muitas vezes doentia relação, destruímos a melhor parte de nós mesmos.

Os padrões normais de conduta que se espera de um indivíduo dito civilizado e, em permanente interação com seus semelhantes, frequentemente produz seres cínicos e anímicos, indiferentes a tudo que não lhe traga benefícios. Por outro lado, quando a situação lhes convém, tornam-se as pessoas mais amáveis do mundo.

Não há mais espaço para pessoas autênticas na sociedade de hoje, daquelas que defendem seu ponto de vista e sempre se posicionam perante os fatos da vida.

O elegante é ser equilibrado, para usar as palavras da moda: ponderado e razoável.

De preferência daquele tipo de gente cujas opiniões e emoções são sempre moderadas e moduláveis: perfeitamente "encaixáveis" em toda e qualquer situação ou ocasião: O "pretinho básico" do "closet" da vida. É tão igual e repetitivo, que ninguém nem nota a existência.

A verdade é que não existe posição cômoda para quem vive "em cima do muro", nem sendo felino dá pra viver 24 horas "desconfiado" e "fugindo" da vida.

Quem só dança conforme a música é demasiadamente infeliz, pois desconhece o imenso prazer de "ditar o ritmo da própria vida", sem ter que repetir (por obrigação ou falta de opção) a cansativa coreografia alheia.

Não existe ser humano neutro, esta é uma qualidade/propriedade das coisas ou objetos inanimados; não faz parte da natureza humana esta ausência de vida.

Testemunhamos uma era onde a inversão de valores é a tônica das relações inter e intra-pessoais: o "parecer ser" prevalece sobre o "ser em si", o real ser. Cultua-se a aparência de forma tão desesperada, na ânsia de desviar a atenção daquilo que realmente importa: a essência. Esse excessivo "investimento" na imagem é um claro sinal que o conteúdo é de duvidosa qualidade.

Para uma época em que a rapidez das "conexões" (leia-se: informações, relações, sensações, emoções, etc) nos remete ao trinfo e ao poder do individuo, nada mais compreensível do que a "casca" ser mais importante do que a "essência".

Clichês à parte, nada mais previsível considerando-se o quão miserável e pequena é a nossa condição humana.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Na "pista" com um bipolar.


Já vivi de um tudo nesta vida e ultimamente estou aprendendo a conviver com um bipolar.

A situação é bizarra, parece até que estou num parque de diversões, na montanha russa ou no

trem fantasma, pois nunca sei qual será a próxima "surpresa" (sempre ruim, diga-se de passagem), só sei que ela virá.

Estar na "pista" (de dança, da via pública, da vida, etc etc etc) com um bipolar requer muito cuidado e uma certa dose de "idiotice", além de toda a paciência deste e de outros mundos.

Tem que parecer meio "lesado", do tipo lerdo e idiota mesmo, caso contrário não dá pra "relevar" as barbaridades diárias do sujeito (oculto e indeterminado).

Cada dia a sua agonia, com uma "máscara" diferente, ora a figura está radiante e é toda sorrisos,

ora a "carranca" assusta até as despreocupadas moscas esvoaçantes.

É uma dificuldade saber qual será a fantasia escolhida para o baile de cada dia.

Não dá pra saber quais serão as manobras de tão imprevisível condutor.

Advinhar, nem pensar, pois a minha "bola de cristal" foi pro conserto sem previsão para retorno.

E assim vou levando a vida nesse "passeio" cheio de emoção, com altos e baixos, muita turbulência e sem "air bag" capaz de proteger-me da insanidade alheia....

Oras bolas, se já não bastassem as minhas próprias loucuras, agora sou compelida a conviver

com um doido que se acha "normal" e "cheio de razão"........intransigente toda vida e ainda gosta de "sair na foto" como "bom-moço" e equilibrado.

Eu posso com isso!!!!!

Haja tarja preta......(pra mim não, pra ele é claro).

Em tempos de ressurreição do "eletro-choque", o melhor é manter a calma e não contrariar o

bichinho, vai que ele tem um surto psicótico e pensa que é Deus, ai estarei condenada à danação eterna.

Agora me responda: Como posso ser uma "mocinha bem comportada" com um "karma" desses?

É na porrada mesmo!.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A morte da Dona Esperança


Hoje o dia amanheceu triste, num gris fúnebre de lágrimas e lamentos.

Os sinos anunciavam que o "chamado" se concretizara.

A multidão se apressou para saber quem fez a "passagem".

Será velho ou novo? homem ou mulher? morte morrida ou matada?

E, em meio ao burburinho, soube-se que Dona Esperança

foi a "escolhida", a flor que Deus colheu no jardim da vida.

Nossa, morreu tão jovem a pobrezinha......

Tão moça e meiga, boneca de porcelana a enfeitar as vitrines profanas da existência humana.

Do que morreu tão pacata senhora? Foi do coração?

Não, logo respondeu um rapaz com ar de bem informado, quase da família:

- Foi de "falência múltipla dos órgãos".

Acrescentou que o colapso foi de grande proporção e comprometeu o funcionamento de todo o

organismo.

A coitadinha ainda tentou reagir, mas não teve forças suficientes para manter-se viva.

Sucumbiu, afinal a Dona Esperança.

Parecia ser imortal a danada....

Qual nada, no fundo, todo mundo é igual,

Hoje foi a Dona Esperança,

ontem, a Dona Graça,

Amanhã, quem sabe, não será a Dona Felicidade.

Esta é a única coisa certa da vida.

O mais, só ilusão, alucinação, pretensão daqueles que se acham eternos.



Uma questão de confiança


Pense na seguinte situação: Você chega ao dentista e, para sua surpresa, percebe que os dentes do doutor estão todos podres.....qual seria sua reação? você confiaria as suas arcadas ou a de seus filhos a este profissional da saúde bucal?????
Da mesma forma acontece nas lides forenses.
Como o jurisdicionado poderá acreditar numa sentença de um magistrado que, por birra de "adolescente", não cumpre o que a lei determina?
Já pensou deixar uma pessoa dessa decidir sua vida (liberdade, patrimônio, etc)?
Pior, que legitimidade terá esta prestação jurisdicional no mundo, já que proferida por operador do direito que nega vigência às regras que integram o sistema normativo pátrio?
Essa é a realidade hoje.
E nem adianta tentar justificar a decisão com base em argumentos de pseudo justiça, com isonomia das partes, pois o Estado e a sociedade sempre ocuparão um lugar mais alto do que o interesse de qualquer particular.
Os "justiceiros" da última hora, no fundo, ressentem-se pela inércia que revestem seu mister e acabam por querer diminuir a importância do "dominus litis".
Raposas a desdenhar uvas.
Não há consenso, pois sequer utilizou-se dos mecanismos legais que admitem o questionamento da constitucionalidade da lei, cuja aplicação é negada.
Há, ainda, a conivência, para não dizer, a covardia, dos órgãos superiores que deveriam, de pronto, recompor a coerência do conjunto normativo, contudo, restam paralisados pela insana sensação "do poder, pelo poder", numa visão dantesca do Olimpo.
Enquanto isso, os reles mortais vão perdendo a pouca confiança que ainda depositavam na cega e transloucada justiça.
Mil vivas para os déspotas esclarecidos.
Serão todos guilhotinados nas lâminas afiadas da própria prepotência e vaidade.
Esta é a herança e o exemplo que deixarão para seus filhos.

Ai de nós!