Que a vida não é filme eu já tinha entendido, bem antes da música do Paralamas do Sucesso e, depois de devorar, em êxtase e num átimo, os 55 episódios das 04 temporadas de Outlander, ficou claro pra mim que a vida é uma série, com drama, romance, fantasia e demais ingredientes tão bem delineados na série de televisão britânico-americana que me hipnotizou nos últimos dias, roteiro baseado na saga literária "A Viajante do Tempo", da autora Diana Gabaldon.
Entre heróis e algozes, amantes e traidores, todos, sem exceção, trocam de papéis no decorrer da "trama" e, também por isso, é que a história torna-se emocionante, excitante e marcante, tornando irrelevante, ao fim e ao cabo, o viver e o morrer, se nesse intervalo não houver um propósito, uma razão, uma centelha divina que nos faça fazer valer a jornada.
Ficção e realidade, verdades benditas e mentiras necessárias....é nessa espiral que nos locomovemos e por vezes nos debatemos para não ceder à aparente calmaria dos abismos. É uma luta ininterrupta, travada todos os dias em nome de uma certeza maior de que nada será em vão e que, ao final do dia, as feridas estarão curadas, tal qual na história de Prometeu.
E no mar tormentoso dos dilemas da condição humana nem sempre poderemos contar com um "belo mocinho" para nos resgatar dos naufrágios ou se submeter as mais repugnantes e dolorosas torturas para nos manter a salvo. Estar à deriva e só, pode ser a única opção no cardápio do dia. É vital estar preparado pra isso.
A vida não é um filme, é uma série....uma série de acontecimentos, de sentimentos e, por consequência, de reiteradas cicatrizes. O bom é que termina um episódio e outro recomeça logo em seguida, comportando, inclusive, mudanças drásticas no rumo da narrativa, até que o Roteirista, Senhor do Tempo, resolva colocar fim na história sem que sequer saibamos se esse será, ou não, o último e derradeiro episódio da temporada.
Je suis prêt et toi?
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