Dias de sol e muita energia, onde sigo bailando entre as possíveis vidas de mim mesma.
A música que entoa o meu caminhar flui do som do silêncio e da imensidão do mundo.
Não me importa os que outros estão ouvindo, pois a arte da escuta é muito pessoal e depende sobremaneira da sintonia de cada um com o todo.
Não há promessas, nem garantias de riso fácil e leveza nesta performace, antes, um balé solo, no máximo um dueto de você consigo mesmo, por isso que o sucesso depende pouco do espectador e mais do próprio artista.
Sigo neste ritmo envolvente, de abertura e fechamento de ciclos, cada etapa com seu repertório próprio e insubstituível.
A vida segue com as suas variáveis nuances, num banquete de melodias, cores e signos e eu, sempre a deslizar sobre todas as superfícies, aprendiz inquieta e sedenta de movimento.
adorei o novo layout ( escreve assim...?) do seu blog. LIndo o texto. Amei também. Poetisa, escreva, lance livro, faça poesias cada vez mais! beijão
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