
A falta que fazes não tem a medida certa do quão vazio é estar sem ti.
Demorou – se a ter certeza de que havias ido...
Antes, no tempo primeiro da ausência, nos cantos outrora ocupados por ti esperava – se, em um desvario, que tu chegasse e dissesse que nada havia ocorrido, fora ali, e já voltara ...desculpando – se.
De repente...passaram – se os dias, e fez – se a certeza de que não mais retornarias...
Então, riu – se das tuas manias, dos teus gostos nos lanches, de teu gosto nas bermudas, e de como, da última vez do encontro, estiveste com frio, a ponto de enrolares tuas pernas em uma toalha de mesa...rindo..
Recordou – se dos ternos que compraste, um para cada dia, e de tua Juíza dizendo – lhe que não precisava assim estar, e tu olhando aqueles ternos comprados e agora guardados...
Recordou – se, outrem, da farda que lá atrás, tempos já tão idos, usaste e que bonito ficava .....
Recordou- se o que comias no lanche dos quitutes, da doce excursão, dos docinhos e salgados e, ali, já sem ti, indagou – se o que comeria...? daí falou – se que comerias isto...aquilo..
Recordou – se até das vezes em que nada comias, ficava no seu canto, nos processos, e de vez em quando olhava os seus, em suas comilanças, daí, então, ria...
Ria das estórias, das pataguadas, dos mexericos..
E, de tudo, o que mais ria era da vida, daquela que queria tanto ter...e não esperava que de tanto querer, fosse ela embora...
E, aos poucos, vai – se vendo, sentindo, que estás conosco apesar de não estares aí, vendo – nos.
Estranho...olhar tudo e saber que não mais está aqui...ainda custa crer, acreditar, sentir...
Demorou – se a ter certeza de que havias ido...
Antes, no tempo primeiro da ausência, nos cantos outrora ocupados por ti esperava – se, em um desvario, que tu chegasse e dissesse que nada havia ocorrido, fora ali, e já voltara ...desculpando – se.
De repente...passaram – se os dias, e fez – se a certeza de que não mais retornarias...
Então, riu – se das tuas manias, dos teus gostos nos lanches, de teu gosto nas bermudas, e de como, da última vez do encontro, estiveste com frio, a ponto de enrolares tuas pernas em uma toalha de mesa...rindo..
Recordou – se dos ternos que compraste, um para cada dia, e de tua Juíza dizendo – lhe que não precisava assim estar, e tu olhando aqueles ternos comprados e agora guardados...
Recordou – se, outrem, da farda que lá atrás, tempos já tão idos, usaste e que bonito ficava .....
Recordou- se o que comias no lanche dos quitutes, da doce excursão, dos docinhos e salgados e, ali, já sem ti, indagou – se o que comeria...? daí falou – se que comerias isto...aquilo..
Recordou – se até das vezes em que nada comias, ficava no seu canto, nos processos, e de vez em quando olhava os seus, em suas comilanças, daí, então, ria...
Ria das estórias, das pataguadas, dos mexericos..
E, de tudo, o que mais ria era da vida, daquela que queria tanto ter...e não esperava que de tanto querer, fosse ela embora...
E, aos poucos, vai – se vendo, sentindo, que estás conosco apesar de não estares aí, vendo – nos.
Estranho...olhar tudo e saber que não mais está aqui...ainda custa crer, acreditar, sentir...
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