
A arte de cuidar, ser cuidado e se deixar cuidar.
Um com o outro sem ser, necessariamento, como o outro.
As múltiplas possibilidades de encontro e
relacionamento com aqueles que fazem parte
do caminho.
Ser enquanto ser, próximo ou afastado de algo ou
alguém.
Eu gosto de ser cuidada, mas sem a sensação de manipulação, acomodação ou proteção
paralisante, longe da força irresistível da massa uniforme, compelida e empurrada para a
mediocridade.
Não quero ser mais uma na multidão, perdida de mim mesma e
acomodada na opinião dos politicamente corretos, aniquilada e absorvida
pelo "eu coletivo".
Tamanha violação não vale a conveniência de uma aceitação ilegítima
e simulada do grupo.
Minhas experiências e expectativas estão diretamente ligadas
ao existir humano, meu e dos outros.....ser-com e sendo-com,
como já disse Heidegger.
Posso viver perfeitamento com os outros, sem precisar ser
igual a eles.
O cuidado que liberta, sem o zelo que domina.
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