
Insisto, diariamente, na resistência e na superação.
Luto contra o reducionismo, pois nada, nem
ninguém, é tão bom ou mau, sempre e completamente.
Ousadia e inovação, a opção por 'novos' (até então
desconhecidos)
caminhos, não obstante o risco que sempre acompanha os primeiros
passos.
Há, ainda, o inevitável confronto entre o velho e o nascido agora.
A segurança da estrada diariamente trilhada diante da necessidade de
abrir-se "picadas" alternativas: a exploração que evita o perecimento.
Bandeirante da sobrevivência, eis o que sou.
A alegria da busca envolve todo o meu ser e,
sem que eu me dê conta, sou suavemente compelida
a redescobrir o valor do simples e a beleza do natural.
Com a leveza e a desenvoltura de uma bailarina,
deixo-me conduzir pelos sons e movimentos do mundo.
Sou livre e estou aberta e disponível a todas as sensações.
Saudo a vida acolhendo todas as possibilidades.
Até na morte, há transformação.
Mesmos os mais imponentes "castelos" viram pó e nada.
A ilusão do "ser" e do "ter", a morte-em-vida dos que
tudo "sabem".....o lugar-comum, o cotidiano, a pseudo-sabedoria
que paralisa e obscurece.
As 'janelas' estão abertas.....o vento desembaraça os
meus pensamentos....já não tenho medo do escuro,
porque há muita luz dentro de mim.
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