quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ética volátil: argumentos retóricos e falaciosos escondem a ausência da moral e da Justiça



A verdade não é monopólio meu.
Busco ser leal e íntegra, na vida pessoal e profissional, refletindo os valores e princípios éticos forjados em mim, pelas mãos amorosas e calejadas de meus pais.
Não sou adepta a discursos rebuscados, sou clara e direta, sempre. A arte da retórica nunca me seduziu. Esconder-se nas palavras e nas alegorias aporéticas da miséria humana, figindo-se bastião e arauto do Direito, da Moral e da Justiça, revela a ética volátil e o caráter duvidoso de alguns manipuladores (não operadores) do direito.
Usam do sistema para alimentar suas insanas vaidades e não para fazer valer o direito daqueles que representam. Buscam brilhar na carreira, um lugar mais destacado, menos contribuir para a realização da Justiça.
Querem passar a imagem de grandes pensadores e intelectuais do Direito, cigarras da modernidade.....de tanto conteúdo jurídico chegam a cheirar mal.....egos inflados que implodirão na estratosfera, pobres e sozinhos.
Ainda me espanto e me horrorizo diante destes ávidos abutres de si e dos outros.
Retrato desolador esse.......espectros de homens que se alimentam de orgulho e egoísmo, encalhando suas almas nos pântanos da existência humana, esquecidos do compromisso que assumiram com o BEM, com o DIREITO e com a JUSTIÇA.

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