
A princesa, finalmente, vai sair do castelo....vai deixar o conforto e a segurança de sua torre só por um instante.... quer sentir a brisa da liberdade acariciar seus sonhos.
Tanto tempo aprisionada em suas próprias quimeras que esqueceu-se de como é única a sensação de aventurar-se por caminhos desconhecidos, paisagens inexploradas.
O medo de transpor os portões do Forte é real, contudo não a impedirá de caminhar, antes guiará seus passos com firmeza e segurança, prudencia e paciência......os primeiros passos são sempre os mais dificeis quando se está (re)aprendendo a andar.
Para a castelã, este é um momento de extrema importância, há muito aguardado e, por demais temido......estar só num mundo de tantas possibilidades, sem armaduras ou valentes cavaleiros que a protejam. O primeiro voo da borboleta após o rompimento da crisálida!
A beleza do ser em continua transformação é a ausência de
certezas.
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